O que o Instagram nos ensinou


A recente venda do Instagram para o Facebook e o lançamento da versão Android do aplicativo rendeu muita discussão nesses últimos dias. Eu sou um fã do Instagram e o uso com frequência para mostrar coisas interessantes as quais eu me deparo e como um profissional da internet, sempre que entro nas redes, procuro analisar o que acontece

O mundo e social


Este material é bem atual e muito interessante. Fala da importância das redes sociais no contexto conectado e global. Para te motivar a ler o material acima, vou listar abaixo algumas informações bacanas que eu li nele: 82,4% da população online usa redes sociais. Em 4 anos, a audiência da internet cresceu 88%. Das redes

Voce conhece o Pinterest?


Pinterest é uma nova rede social que surgiu e o esquema deles lembra o Digg, onde você vê conteúdo que já foi selecionado por outras pessoas. O conteúdo é muito abrangente e vai da arte até as comidas.  Recentemente eles deram um grande passo que aumentou em 60% o tráfego deles. O Pinterest integrou com o Facebook. As pessoas

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O novo empreendedor

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Interessantes slides. Como de costume, aqui vai o resumo:

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Existem outros públicos além dos jovens

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foto: getty images

O título soa óbvio, eu sei. Mas vamos prosseguir para ver que não é assim tão óbvio.

Tirando as invenções da área da segurança, saúde etc que são específicas para um determinado público, quando alguém cria um produto ou serviço em que o público-alvo é simplesmente todo mundo, o foco torna-se os jovens (dos 15 aos 20 anos), considerados os “early adopters”, pois são mais propensos a aceitar a nova proposta e adotar a sua invenção no seu cotidiano.

Mas o mundo está mudando. Aliás, o mundo já está muito diferente.

Segundo a comScore, os jovens representam somente 9% dos usuários do Facebook e somente 11% dos usuários do Twitter tem entre 12 e 17 anos. Isso significa que as pessoas mais velhas estão entrando com força total na internet. De acordo com a Forrester, o uso de mídias sociais entre pessoas com idades entre 35 e 54 anos subiu para 60% no último ano.

Para não falarmos somente de internet, reparem nos usuários dos Smartphones e aparelhos GPS (a primeira pessoa que eu vi na rua usando um iPhone tinha aproximadamente 50 anos, era barrigudo e careca).

Mas o que está ocasionando essas mudanças (não estou me referindo ao crescimento da barriga e a queda dos cabelos)?

Os gadgets, pra começar, são caros. Um garoto de 18 anos já sofre para pagar sua carteira de motorista, imagina comprar um Blackberry (e pagar a conta). Um aparelho de R$ 1.500,00 pra filha ficar fofocando o dia inteiro é despesa, o mesmo aparelho para gerar mais negócios, é investimento.

Já o amadurecimento dos usuários de internet mostra um fato novo e muito interessante. A internet está sendo usada para fins profissionais. Não é mais só entretenimento, chat, fofoca etc. Em apenas alguns cliques você encontra no Twitter nada mais nada menos do que a Porto Seguro, o Jamie Oliver, a revista Veja, a revista Exame, a Nokia, a Vivo, o Bradesco etc.

Portanto, volto a dizer: existem outros públicos além dos jovens. E é aí que mora o desafio de quem trabalha com comunicação. Será mesmo que aqueles dogmas de que pessoas mais velhas não usam a internet, que pessoas mais velhas não usam redes sociais etc, ainda são válidos? Como funciona a relação entre adultos e a tecnologia?

Social Design

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Aquela famosa frase, “Se cada um fizer a sua parte, já é o suficiente”, para os designers tem um potencial ainda maior. Nós projetamos o dia-a-dia das pessoas e formamos opiniões, com tanta responsabilidade, não podemos trabalhar somente para enriquecer empresários enquanto o mundo pede socorro.

Certamente não estou sugerindo nada radical, mas tenho certeza que todos nós podemos contribuir. O vídeo a seguir fala mais um pouco sobre Social Design: