O que o Instagram nos ensinou


A recente venda do Instagram para o Facebook e o lançamento da versão Android do aplicativo rendeu muita discussão nesses últimos dias. Eu sou um fã do Instagram e o uso com frequência para mostrar coisas interessantes as quais eu me deparo e como um profissional da internet, sempre que entro nas redes, procuro analisar o que acontece

O mundo e social


Este material é bem atual e muito interessante. Fala da importância das redes sociais no contexto conectado e global. Para te motivar a ler o material acima, vou listar abaixo algumas informações bacanas que eu li nele: 82,4% da população online usa redes sociais. Em 4 anos, a audiência da internet cresceu 88%. Das redes

Voce conhece o Pinterest?


Pinterest é uma nova rede social que surgiu e o esquema deles lembra o Digg, onde você vê conteúdo que já foi selecionado por outras pessoas. O conteúdo é muito abrangente e vai da arte até as comidas.  Recentemente eles deram um grande passo que aumentou em 60% o tráfego deles. O Pinterest integrou com o Facebook. As pessoas

design

Mini glossário do design, de A até D

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glossario

Arte-final
Acabamento final de um trabalho de arte destinado à produção gráfica, com indicações referentes a áreas de cor, retículas, fotografias, ampliações, reduções, etc. Qualquer trabalho pronto para ser reproduzido.

Bitmap
Imagem gráfica computadorizada formada por pontos chamados pixels; imagens com resolução fixa.

Brainstorming
Técnica utilizada para gerar idéias. Consiste em uma discussão em grupo onde se externam, sem censura, todo tipo de associações que vierem à mente sobre determinado problema proposto. Objetiva obter dos participantes a maior quantidade possível de idéias para uma avaliação posterior. Geralmente é feita em conjunto por duas ou mais pessoas.

Briefing
Resumo; série de referências fornecidas que contém informações sobre o produto ou objeto a ser trabalhado, seu mercado e objetivos. O briefing sintetiza os objetivos a serem levados em conta para o desenvolvimento do trabalho. Muitas vezes o designer auxilia em sua delimitação.

CMYK
Cyan, Magenta, Yellow, Black. sistema de composição de cores subtrativas primárias usadas na impressão de policromias. Quando pontos dessas cores são combinados em diferentes densidades, obtém-se uma grande variação de cores.

Comunicação Visual
Conjunto de técnicas, conhecimentos e procedimentos que buscam maior eficácia na transmissão visual de mensagens verbais ou não-verbais através dos diversos meios de comunicação.

Conceito
1. Idéia, manifestação mental de alguma coisa. 2.Concepção virtual a respeito de qualquer coisa. Também a argumentação prévia à concepção de peças de comunicação, seja uma campanha publicitária, seja um cartaz, ou até mesmo uma identidade visual.

Diagramação
Conjunto de operações utilizadas para dispor títulos, textos, gráficos, fotos, mapas e ilustrações na página de uma publicação ou em qualquer impresso, de forma equilibrada, funcional e atraente, buscando estabelecer um sentido de leitura que atenda a determinada hierarquia de assuntos.

Display
Peça promocional destinada a promover, expor, demonstrar e auxiliar a vender determinado produto ou serviço em ponto de venda, podendo ser colocado diretamente no solo, em vitrine, sobre balcão e em gôndola.

DPI
Dots per Inch (pontos por polegada). Medida da resolução de uma imagem impressa ou na tela de vídeo, descreve seu grau de definição.

Fonte: Guia ADG

Design de livros

Publicado em by Bruno Kaneoya Publicado em design, faculdade, gráfico, tipografia | 2 Comentários
a cabeça do empreendedor

O meu TCC é sobre design de livros. Não precisa dizer que TCC é um trabalho sacal, mas assim como tudo na vida, tem o seu lado positivo. Neste caso, encontrei um livro interessante chamado “A Arte Invisível ou a Arte do Livro”, do Plinio Martins Filho. Uma grande coletânea de frases sobre o design de livros, aqui vão algumas:

O design do livro é um processo tão transparente e anônimo, que às vezes se pode perguntar se ele realmente existe… um livro tem um design bem feito na medida em que não tem um design ruim…
Richard Eckersley.

Esse objeto ubíquo e enganosamente simples… é tão familiar que se torna uma parte praticamente invisível de nossa cultura e experiência gerais.
Henry Petroki.

Algumas editoras não têm qualquer conhecimento do design de livro. Preocupam-se apenas em colocar o máximo possível de letras numa página. A falta de estilo ou elegância de seus livros é tamanha que só posso presumir que nenhum designer sequer chegou perto dos livros que publicam.
Richard Hendel.

O design de livros é uma arte que tem suas próprias tradições e um corpo relativamente pequeno de regras aceitas. Se o design de um livro irá chamar atenção ou não para si mesmo, isso vai depender do grau de consciência do leitor acerca tanto do design em geral quanto do design de um livro particular.
Richard Hendel.

O trabalho real de um designer de livro não é fazer as coisas parecerem “legais”, diferentes ou bonitinhas. É descobrir como colocar uma letra ao lado da outra de modo que as palavras do autor pareçam saltar da página. O design de livro não se deleita com sua própria engenhosidade; é colocado a serviço das palavras. Um bom design só pode ser feito por pessoas acostumadas a ler – por aquelas que perdem tempo em ver o que acontece quando as palavras são compostas num tipo determinado.
Richard Hendel.

Água em caixinha

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boxed water

Parte empresa de água sustentável, parte projeto de arte, parte projeto filantrópico e completamente curioso. Esse é o título que a Boxed Water Is Better, uma empresa de água em caixinha, dá para si mesma.

Eles queriam fazer uma nova marca de água mineral que fosse menos nociva ao meio ambiente e chegaram a conclusão que eles não deveriam usar garrafas e sim as caixas.

Ainda, 90% da caixinha é feita de fontes renováveis e são despachadas todas desmontadas para receberem água. Se compararmos com as garrafas, que são despachadas todas vazias para todos os cantos do planeta para receberem água, de fato, tá aí uma sacada bacana.

Just do whatever you want

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wired

Tenho a mania de ir nas bancas, livrarias, sebos etc e passear por muitas páginas, palavras, cores, fotos e letras. Felizmente hoje em dia está em extinção aquela plaquinha: “favor não folhear”. Bom, somando essa mania com a curiosidade, invariavelmente compro o livro, revista etc que gosto. E semana passada comprei uma Wired.

A revista é muito boa, projeto gráfico é bacana e o conteúdo é muito bom também. Mas a da semana passada tinha uma chamada na capa que me interessou mais ainda: “Problem solved. How good design works”.

A matéria é legalzinha, mas é pra quem não conhece nada de design. Material quase que de sala de aula. Mas o que eu achei interessante foi o trecho:

In fact, the worst thing a designer can hear is an offhand “Just do whatever you want.”

Já ouvi vários colegas reclamando que o cliente é pão-duro, que não pode abusar nos materiais, que não pode usar muitas cores, que não tem verba suficiente para produzir o que ele quer, enfim, reclamando das limitações do projeto. Limites, algo que existe desde a fabricação de pastel até a fabricação de um carro, por incrível que pareça, é bom para um projeto de design. Isso vai levar a explorar mais a cor que você pode usar, tentar diferentes maneiras de usar aquele mesmo material etc.

Não estou falando nada de novo, mas o que acho interessante é não fazer do limite uma barreira e sim uma oportunidade.

iRun, um gadget para desamassar a roupa

Publicado em by Bruno Kaneoya Publicado em design, faculdade, produto | 2 Comentários
sketchesferro

Eu não lembro bem qual era a matéria, lembro que o professor era o Célio. Também não lembro o que pedia o projeto, a única coisa que eu lembrei foi desse projeto.

Fiz esse projeto junto com o Michel Téo Sin na faculdade. Um ferro de passar roupa mais bacana, para aquelas pessoas que vivem viajando e passam grande parte do tempo em hotéis.

Fazendo uma pesquisa, não existe (ou não existia) um ferro de passar roupas portátil para esse público.

Outro fator interessante é que cada vez mais as pessoas estão usando gadgets: blackberry, palm, celular, laptop, iphone, ipod etc.

Aí tivemos a “brilhante” idéia: “Porque não ter um gadget de passar roupa?” hahaha. Aí saiu o projeto.


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ferro10

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Update: Errei o professor! hahaha. Não foi o Célio, mas sim o Alexandre. Valeu pelo toque Negão!